Esses loucos ventos tão questionadores, preciso ouvi-los ou virão tempestades... Às vezes, quando são brisas, falam de amenidades, gostam das artes, dos arquétipos, dos livros de antigas e novas histórias, apreciam ou não certas personalidades, novidades e, pacientemente escutam meus desabafos e dão suaves palpites. Quando falo de terapias, patologias, natureza e resgate, eles gostam pois dizem que de alguma forma, um bem pode ser feito.
Mas às vezes, entram janela adentro bagunçando os meus cabelos, e uivando bravos, falam sério, falam verdades indiferentes à minha opinião. Não são suas crenças que regem o mundo eles gritam. Mas sim as leis que me dominam e movem. Me aborreçam eu sobro devastando tudo, pagando para ver qual tecnologia humana poderá me deter. Se cuidem mortais ! Da minha parte, só me resta escrever e obedecer.
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